Pensamento Crítico em Crianças

pencritcrianMiniguia para o Pensamento Crítico para Crianças

(para te ajudar a pensar cada vez melhor)

Por Julia Mentejusta (And Linda Elder)

Olá! Eu sou Julia Mentejusta. Sou boa quando penso, e sou boa porque pratico. Vou-te mostrar como! Quando estou confusa, faço perguntas e tento ser clara. Quando algo não tem sentido para mim, faço perguntas. Tento resolver as cosas.

Penso por mim mesma. Não digo a ninguém que pense por mim.

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Métodos de Aprendizagem Cooperativa

metaprendcoop1. INTRODUÇÃO

Dissemos que a forma de interagir entre si os alunos na aula é algo realmente crucial para grande quantidade de variáveis escolares, incluindo: o rendimento académico, a auto-estima, as atitudes relativas ás matérias de estudo, etc. Mais especificamente, as relações entre companheiros contribuem de diferentes formas tanto para o desenvolvimento social e cognitivo dos estudantes como para a sua socialização. Em concreto algumas das mais importantes consequências e correlatos das relações entre companheiros são as seguintes (Johnson y Johnson, 1987a): 1

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Ensinar Explicitamente as Destrezas Intelectuais

ensinoexplAs experiências realizadas com os programas para ensinar a pensar, apontam para quatros importantes aos quais é necessário prestar atenção.

• O pensamento deve ser ensinado de forma explícita. Um dos principais obstáculos no ensino do pensamento tem sido a crença do professor de que basta a intenção ou a recomendação verbal para que o aluno aprenda uma destreza intelectual. As destrezas devem ser ensinadas explicitamente, deve ser planificadas actividades explícitas, para as ensinar passo a passo, do mesmo modo e com o mesmo esmero com que se planificam actividades para ensinar as disciplinas.

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O Ensino da Gramática no Processo de Aquisição da Linguagem

gramatica1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O ensino da Língua Portuguesa remete-nos a uma reflexão sobre a linguagem. Esta é resultante da interacção entre o homem e a realidade social em que o mesmo está inserido. É uma mediação necessária, constituindo-se em acções que se transformam e se modificam. Como afirma Orlandi,

(...) a linguagem, então, entendida como mediação necessária, não é instrumento, mas é acção que transforma (...) na perspectiva do discurso, a linguagem não aparece apenas como instrumento de comunicação ou transmissão de informação, ou suporte de pensamento, mas como lugar de conflito, de confronto ideológico, e em que a significação se apresenta em toda sua complexidade. (1996, p.82-83)

Sendo a linguagem resultado da interacção sócio-histórico-cultural, ela deve ser entendida como um todo e presa a regras fixas. No entanto, através do uso que os interlocutores fazem dela no processo de interacção, ela poderá ser flexível e mutável. É, portanto, por meio do ensino da gramática acoplado a actividades de ensino comunicativo, que o aluno terá sucesso em seu desempenho linguístico no processo de aquisição da linguagem.

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Práticas Escolares - Ensino De Filosofia

praticasescolaresPRÁTICAS ESCOLARES: ENSINO DE FILOSOFIA EM SÉRIES INICIAIS¹

RESUMO:

O presente artigo teve por finalidade fazer uma análise da contribuição da Filosofia nas séries iniciais para a formação de educandos reflexivos. Realizou-se um levantamento bibliográfico sobre conceitos de Filosofia para Crianças, metodologia utilizada para o ensino da Filosofia, características do professor e das crianças para esta faixa etária e avaliação. O emprego da metodologia da monografia pautou-se na análise qualitativa, pela observação e experiência vivida no período de cinco meses de aulas práticas com um grupo de crianças de primeira série de um colégio particular de Caçador. Constatou-se que a Filosofia favorece a preparação do Educando para a cidadania consciente instigando-o a sentir, a compreender, a transformar, a relacionar e expressar os saberes. Encoraja o educando a desenvolver a capacidade de buscar razões num processo de investigação. Incentiva a crítica, a reflexão e a capacidade de avaliar o mundo e a si próprio expressando-se com fluência e criatividade.

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As Dimensões da Aprendizagem

dimenaprendEsta leitura de apoio ao curso sobre avaliação e desenho de estratégias para a aprendizagem, toma o título e conceitos básicos do texto de Robert Marzano: As dimensões da aprendizagem, traduzido por Luis Felipe Gómez.1

Este documento não é uma resenha do texto, mas baseia-se nele. Interessa trabalhar por este enfoque e recomendar a consulta do texto mencionado, pela claridade e sentido prático, dado que foi escrito para docentes e proporciona ideias sobre actividades e recursos.

Não obstante, considerou-se conveniente trabalhar com uma primeira aproximação introdutória que permita sintetizar alguns conceitos e ideias a partir da intencionalidade do curso que nos ocupa.

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Como Melhorar a Aprendizagem Estudantil

melhoraraprendiIdeia1: Dar aos estudantes uma orientação ampla sobre o curso

Os estudantes devem saber desde o começo como ensinará na aula, como serão avaliados e que devem propor-se conseguir. Devem saber, desde o começo, que vão estar a fazer a maior parte do tempo e o que se espera deles no processo. O objectivo do curso deve especificar-se claramente. A ênfase no pensamento crítico ajudará, se contrasta o objectivo e desenho com o de outros cursos que se ensinam de uma maneira didáctica tradicional.

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Artigos em PDF

  • Arte da Escrita Substantiva - pdf
  • Arte de Formular Perguntas Essenciais -pdf
  • Ensinara, Pensar e Aprender Melhor - pdf
  • Ensino Aprendizagem - de BEAS FRANCO - pdf
  • Guia da Leitura Minuciosa - pdf
  • Guia do Pensamento Critico - pdf
  • Pensamento Critico em Crianças - pdf

Estilo De Interrogação Utilizado Pelo Professor

estilointerrogaAprendizagem de qualidade

A aprendizagem de qualidade impulsionada pelo professor, é enfocada na atenção aos processos de raciocínio dos alunos, formulando perguntas à aula de modo a extrair dos alunos as respuestas orientadas ao processo.

Perguntas para o processo

1) Como acharam o trabalho?

2) Que estratégias empregaram para conseguir as respostas?

3) Que variáveis tiveram que considerar enquanto trabalhavam neste problema?

4) Que variáveis tiveram de ignorar enquanto trabalhavam neste problema?

5) Que dificuldades experimentaram?

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Modificabilidade Cognitiva Na Escola Reformada

modificognitivaResumo

O cada vez mais amplo acolhimento e difusão do conceito dinâmico de inteligância vem a interpelar directamente o sistema educativo em geral e o papel do professor em particular, ampliando até âmbitos e níveis insuspeitados as suas possibilidades de facilitar aprendizagens, e com isso o seu grau de responsabilidade face aos resultados de aprendizagem dos alunos. A teoria sobre a modificabilidade cognitiva estrutural, que surge no contexto da psicologia construtivista, introduz-se rapidamente a nível de academia e com lentidão chega à aula, mais no papel que na prática docente, através de um modelo apoiado pela reforma educativa vigente, co-existindo com a amplamente difundida pedagogia tradicional que responde a um modelo baseado na psicologia comportamentalista. Este trabalho pretende ilustrar a proposta da modificabilidade cognitiva no panorama actual da aula reformada, a sua aplicabilidade à prática docente e incorporação à cultura escolar.

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