Teresianas em Portugal

santa_teresaOs primeiros contactos com o nosso País foram feitos ainda em vida do Fundador, que viajou por duas vezes a Portugal.

A primeira fundação ocorreu em 1884, em terras beirãs e cresceu por Torres Novas, Porto e Santa Cristina do Couto e S. Martinho do Campo (SantoTirso). Em 1910, os republicanos expulsaram do País as Instituições Religiosas, pelo que as teresianas demandaram outras paragens: o Brasil foi destino de muitas e outras foram para Espanha e outros pontos do globo.

Regressaram a Portugal, em 1924, em semi-clandestinidade. O colégio Luso-Britânico de Elvas marcou o regresso, devido ao empenho do Arcebispo de Évora, que conhecera as teresianas em Torres Novas.

Em 1933 seguiu-se a fundação do colégio de Braga e, na Foz do Douro, uma obra social ligada à paróquia.

A guerra de Espanha, em 1936, fez regressar muitas Irmãs que ali permaneciam. Nessa altura, abriu-se o noviciado em Braga e as teresianas regressaram a Santo Tirso, por empenho de Antigas Alunas. No ano seguinte nasce a residência universitária de Coimbra.

Em 1941 abre-se a residência Universitária do Porto e o colégio com pré-escolar e primária.

Em 1945 Portugal adquire o estatuto de Província independente. Passados quatro anos, as teresianas Portuguesas levaram a sua missão evangelizadora a Angola.

A expansão no País obedeceu às necessidades e interesse de prelados e às possibilidades da jovem Província de Maria Imaculada, que deveria formar os seus membros para as exigências crescentes da educação, tarefa primordial a que se dedicaram.

Em 1965, as teresianas instalaram-se na capital, com uma residência universitária.

Nos anos setenta e sob o impulso renovador do II Concílio do Vaticano, a expansão deu-se em direcção a localidades mais pequenas e carentes de meios de evangelização. De cariz diferente do tradicional e com novo modo de se situarem, mais perto da gente, várias foram as zonas que puderam contar com o serviço apostólico das teresianas: umas foram encerradas, noutras mantêm-se a presença.